sexta-feira, 17 de junho de 2011

Risco Brasil é menor do que risco dos USA diz Mantega

BRASÍLIA e RIO - O governo comemorou nesta quarta-feira a informação de que, pela primeira vez na História, o risco soberano do Brasil é menor do que o dos Estados Unidos. Entretanto, economistas ouvidos pelo GLOBO discordam da euforia manifestada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda que os "Credit Default Swaps" (CDS) do Brasil de um ano tenham realmente fechado terça-feira em 38,5 pontos-base, abaixo dos 49,42 pontos do CDS americano. Pela mesma lógica, dizem, os CDS da Colômbia (37,44 pontos), da Indonésia (38,60 pontos) e do México (34,39 pontos) de um ano também são mais seguros do que o americano. Quanto mais alto o CDS, pior a situação do país.

De acordo com a agência Reuters, por volta das 13h10m desta quarta-feira a situação já tinha se invertido, o papel brasileiro embutia prêmio de 40,701 pontos, enquanto o dos EUA apontava 40,481 pontos.

De acordo com Mantega, o risco soberano é uma espécie de seguro que os países pagam como forma de os credores se precaverem contra eventual default, isto é, calote. Mantega citou números um pouco diferentes (pode haver pequenos ajustes), dizendo que o risco soberano do Brasil atingiu 41,2 pontos, enquanto para os Estados Unidos a taxa era de 49,7.

- Estamos muito felizes com essa informação porque mostra a solidez da economia brasileira - comemorou Mantega, acrescentando que presidente Dilma Rousseff ficou muito satisfeita.

LEIA TAMBÉM: Rebaixamento de títulos da dívida dos EUA poderia beneficiar o Brasil

Segundo Homero Guizzo, economista da consultoria LCA, dois fatores explicam o movimento: a baixa liquidez dos CDS de um ano, o que provoca forte oscilação de preços em períodos curtos; e uma grande distorção nos mercados, provocada pela guerra política no Congresso dos EUA sobre o aumento do limite da dívida pública americana.

- Não é possível dizer que o risco do Brasil é menor que o dos EUA. E Mantega sabe disso. Não existe chance de um default técnico nos EUA, nenhuma chance - afirmou Guizzo.

Para Gustavo Franco, ex-diretor do Banco Central (BC), "o perigo está em o ministro levar a sério sua própria brincadeira".

Os CDS de cinco anos, que são mais líquidos e mais importantes, apontavam na terça-feira um risco maior do Brasil que dos EUA. O papel americano era negociado a 51,60 pontos, enquanto o brasileiro operava a 110 pontos.

O CDS funciona como um seguro para aplicações em renda fixa. Se o Tesouro do país que emitiu o título deixar de pagar os investidores, o CDS cobre esse calote. Como no seguro de um carro, quanto maior for esse risco de um sinistro, mais caro fica o seguro.

O soberano é semelhante ao risco-país, comumente avaliado por agências. No entanto, a diferença está no fato de que, no primeiro caso, levam-se em consideração apenas as dívidas do setor governamental, enquanto o risco-país embute dívidas privadas e públicas. O mercado normalmente olha no Brasil o Embi+ (Emerging Markets Bond Index), calculado pelo JPMorgan Chase, uma medida de risco dos países emergentes. O Embi+ Brasil reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/06/15/risco-brasil-menor-do-que-risco-dos-eua-diz-mantega-924689582.asp#ixzz1PXtxn6vR

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Detonando na Baixada




Lona
Cultural Romildo Souza Bastos End.: Avenida das Oliveiras, 537. BNH - Mesquita. (Prox. Viaduto de Belford Roxo e Via Dutra)

Fechamento do Instituto Benjamin Constant

Fechamento do Instituto Benjamin Constant

Como poucos sabem, o MEC decidiu fechar até o final do ano o Instituto Benjamin Constant, uma Escola de Ensino Regular Especializada na Educação de Cegos, com turmas que vão desde a Estimulação Precoce até o 9º ano (antiga 8ª série) do Ensino Fundamental, e com atendimento especializado realizado com os reabilitandos (videntes - pessoas que enxergam - que ficaram cegos por alguma razão).

O fato saiu no jornal O Globo inclusive, mas não chegou a ser a grande notícia da semana, pois poucos sabem o significado da instituição para o país. Não somente querem fechá-lo, mas também ao INES (para surdos) e ir aos poucos acabando com as escolas especializadas em educação especial, qualquer que seja a necessidade.
Em nosso país o sistema de ensino não consegue suprir as necessidades dos alunos regulares, quem dirá dos especiais. Cansamos de ver escolas com falta de material, falta de professores e que carecem de meios para que se tenha controle dos alunos e lhes ensinem valores morais já esquecidos na sociedade atual, e ainda entra em cena o "bullying" (palavra tão usada ultimamente) que emerge desta impotência moral iniciada no ambiente escolar.

No Instituto, as crianças se sentem parte de um todo, não sofrem preconceitos mas saem de lá prontas para enfrentá-los, prontos para enfrentar nosso mundo de videntes egoístas. Lá elas aprendem a andar sem cair ou bater em objetos, aprendem a comer, têm esportes específicos, desde pequeninos são estimulados. Alguns dos alunos inclusive passam a semana no Instituto, são alunos internos do Benjamin constant. Alguns alunos são Internos porque os pais não têm condições de levar e buscar, seja por dificuldades financeiras ou de trabalho (as aulas são em tempo integral). Com cuidadores para auxiliá-los a semana toda, dormitórios estruturados, refeições bem preparadas pelas "tias da cozinha" e elaboradas por nutricionistas.
Algumas crianças só têm na vida o Instituto. Posso parecer que estou exagerando, mas não é. A maioria das crianças não são somente cegas, algumas têm doenças degenerativas , ou seja, a doença vai piorando a um estado...que...enfim. No IBC é onde elas são aceitas e têm assistência de profissionais capacitados. Só tentar descrever pelo e-mail é complicado, aconselho que tirem um dia e visitem o Instituto. Estar presente e até mesmo fazer trabalho voluntário lá pode mudar o jeito que temos de ver a vida, e com sorte nos tornar pessoas melhores.
Essa luta não é por mim. É uma luta EXTREMAMENTE pelos alunos, pelo próximo!

Geralmente só percebemos diferentes situações fora de nosso círculo social quando nos afeta de alguma maneira. Quem tem alguém especial por perto sabe das dificuldades que enfrentamos, bate de frente com o preconceito, a desigualdade e o descaso que cai sobre eles.

Meu principal objetivo com este e-mail é conscientizar as pessoas, principalmente os cariocas, da importância desse centro de referência para cegos de todo o Brasil. E é um motivo de orgulho para nós termos tal instituição que capacita tão bem seus alunos. Vamos lutar contra esse absurdo de fechar o IBC! Se quiser colaborar, agradecemos muito!
Abaixo assinado: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N8365

Vamos repassar essa corrente de luta e amor ao próximo, por isso imploro para que repasse, por favor, para TODOS os seus contatos essa mensagem!
O Instituto Benjamin Constant fica na Av. Pasteur - Urca (Próximo a Botafogo, na calçada do campus Praia Vermelha da UFRJ e Unirio) caso queira conhecer.
e o site: http://www.ibc.gov.br/
Te esperamos lá!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sergio Cabral

BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;
Bombeiros R$ 960,00 Para salvar vidas;
Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médicos R$ 1.260,00 para manter a vida.
E o Sérgio Cabral? Ganha R$17.000,00 para Fuder a vida dos outros!
(copie e cole se quiser e faça parte da campanha dos Bombeiros) DIVULGA AI PRA GERAL

quinta-feira, 9 de junho de 2011

CARLOS NEY E SÉRGIO CABRAL INIMIGOS DO POVO!


ÚLTIMA NOTÍCIA:

SECRETÁRIO CARLOS NEY, INVESTIGADO POR CORRUPÇÃO DECLARA APOIO
AO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL E REPÚDIA BOMBEIROS GREVISTAS!
MOVIMENTO CULTURAL INDIGNADO EXIGE SAÍDA DE CARLOS NEY!