quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Novo Jingle - Hugo Leal 2010

O twitteiro que ensinava a burlar o bafômetro e o deputado que criou a Lei Seca agora trabalham juntos pelo bem do trânsito

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O twitteiro que ensinava a burlar o bafômetro e o deputado que criou a Lei Seca agora trabalham juntos pelo bem do trânsito

Um desavisado que juntasse o deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ) e o publicitário Eduardo Trevisan em uma mesa de bar corria o risco de assistir a um acalorado bate-boca. Inimigos declarados, ambos se alinhavam em lados opostos de uma mesma causa. O político foi o autor do projeto que instituiu a chamada Lei Seca no país há dois anos. Já o publicitário criou, faz um ano e meio, um perfil no Twitter, batizado com o provocativo nome de Lei Seca RJ, cujo objetivo era justamente indicar a seus seguidores os pontos onde ficavam localizadas as blitze equipadas com bafômetro na capital fluminense. Com isso, eles podiam desviar-se das barreiras policiais — e beber à vontade. A tensão chegou ao ápice quando Leal tentou entrar no microblog e foi barrado. Seguiram-se discursos inflamados contra o Lei Seca RJ no Congresso e a proliferação de perfis semelhantes por todo o país. Incomodado, o deputado começou a mandar recados por declarações à imprensa em que propunha um armistício. Deu certo. Um encontro foi marcado e — surpresa! — os dois decidiram trabalhar juntos. A primeira iniciativa é um esforço para trazer ao Rio o Táxi Amigão, programa da Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo que oferece descontos nas tarifas de táxi nas noites de sexta, sábado e domingo para quem volta da balada. Também estão previstas campanhas conjuntas sobre os riscos da combinação de álcool com direção. “Eu não podia ir contra a corrente popular. Eles precisavam ser tratados como aliados, e não como adversários”, diz Leal, convertido em fiel seguidor.

Com mais de 85 000 membros, o Lei Seca RJ é mais que uma diversão nos limites da responsabilidade. As informações sobre bloqueios policiais representam apenas 5% das mensagens postadas. O microblog se tornou uma poderosa fonte de informações sobre vias interditadas por obras, alagamentos, apagões e acidentes. Durante a fatídica enchente do dia 6 de abril, teve 2 milhões de acessos e chegou a ser consultado por órgãos como CET-Rio e Defesa Civil. Ironicamente, o site de relacionamentos que nasceu para burlar a lei foi agraciado com a medalha Pedro Ernesto na Câmara de Vereadores do Rio, honraria mais importante do município, e com o prêmio americano The Shorty Awards, voltado especialmente para as páginas desse tipo. Em votação popular, os cariocas ficaram em primeiro lugar na categoria “notícia” em uma disputa com 8 000 concorrentes do mundo inteiro. “Nós nunca questionamos a lei. Simplesmente éramos contra a bagunça que as blitze provocavam no trânsito”, argumenta Trevisan. Para não deixar nenhuma dúvida a respeito disso, a partir de 2011 o twitter mudará de nome e passará a se chamar Utilidade Pública RJ. “Vamos continuar informando sobre tudo o que prejudica o bom andamento do trânsito, inclusive as barreiras da Lei Seca”, avisa o publicitário.

Escrito por: Letícia Pimenta

Equipe de trabalho de abatedouro em São José houve propostas de Hugo Leal


Em reunião com a equipe de funcionários do Abatedouro Andreaves, em São José do Vale do Rio Preto, o deputado federal e candidato à reeleição pelo PSC, Hugo Leal, teve a oportunidade de apresentar as suas realizações no município, seu trabalho em prol da avicultura e também as suas atuações na Câmara.

Cidadão rio-pretano, Hugo Leal, com suas emendas individuais, trouxe R$ 750 mil em recursos para São José, disponibilizados para as áreas de turismo e infraestrutura urbana. Defensor da avicultura, o deputado conseguiu incluir o Rio nos leilões da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e trazer para o interior, o primeiro armazém da empresa para distribuição de milho. Pela possibilidade do transporte ferroviário e por sua proximidade com São José do Vale do Rio Preto, a cidade escolhida para a instalação do armazém foi Três Rios. Com esse sistema de transporte, o produto vai chegar mais barato para os avicultores.

– Desde que cheguei à Câmara, venho trabalhando para impulsionar a avicultura do Estado do Rio, defendendo um trabalho diferenciado para o setor. Além disso, também estive empenhando em conseguir mais verbas para São José, mas infelizmente o município estava no Cadastro de Inadimplentes do Governo Federal.

O proprietário do abatedouro, Darcio Andriollo Machado, animado com a reeleição do deputado, disse que confia no seu trabalho.

– Hugo Leal vem lutando pelo nosso município, defendendo os nossos interesses. Eu faço campanha para São José, portanto, ele merece o nosso voto. Voto tem que ser de consciência, dirigido a quem trabalha. Assim, vamos poder colher bons frutos depois, por conta de quem escolhemos para nos representar, como o que vem ocorrendo com o nosso representante Hugo Leal – explicou Machado.

Lei Seca, a lei da vida, pelo seu autor - Deputado Hugo Leal.




Deputado Federal Hugo Leal – Autor da Lei Seca.

Existe alguém contra a Lei Seca? Sim. Toda mudança cultural gera resistências pontuais. Existe argumento contra a Lei Seca? Não. É impossível contestar a vitória da vida, e a realidade dessa segurança maior nas ruas está tão nítida quanto a visão e a consciência de um motorista responsável.

Quando criei a Lei Seca tinha plena convicção de que a embriaguez (geralmente não admitida por quem diz que "bebeu pouco") transforma automóveis em armas letais. De lá para cá, conseguimos sucessivas reduções de mortes, mutilações e ferimentos no trânsito de todo o Brasil, mês a mês, apesar de o número de veículos em circulação ter obviamente aumentado. Isso significa que mais de 2,3 mil pessoas deixaram de morrer em todo o país, conforme revelam estatísticas apresentadas pelo Ministério da Saúde. Em 17 estados brasileiros houve redução no número de mortos, com destaque para o Rio de Janeiro, cujo total de óbitos sofreu uma retração de 2.169 para 1.475.

De acordo com o levantamento do ministério, desde que a fiscalização proposta pela Lei Seca começou a vigorar, o Rio foi o estado que melhor apresentou resultados. Em 2008, um ano antes do início das operações, foram computadas 36.924 mil mortes em todo o Brasil. Um ano depois registrou-se 34.597 casos de óbito, o que significa uma redução de 6,2% no número de mortos. Somente na capital, mais de cinco mil foram salvas, incluindo o total de feridos e mutilados, equivalente a uma diminuição de 32%. Na rede pública da saúde, foram economizados mais de R$ 100 milhões com a queda do número de acidentes de trânsito. Tal dinheiro pode e deve, agora, ser aplicado na melhoria do atendimento médico à população, que tanto precisa — e paga em impostos — de hospitais públicos dignos e humanos. Cabe ao governo prestar conta dessa verba que ficou disponível graças à Lei Seca.

Claro que o sucesso em defesa da vida se deve não apenas à conscientização da população, mas também à fiscalização. É fundamental que seja mantida e intensificada, e que o dinheiro arrecadado com a aplicação das multas seja investido em medidas preventivas para melhorar ainda mais os resultados.

Melhorar? Sim. Afinal, o índice ideal de acidentes é zero. Por isso a prioridade este ano é a aprovação do Projeto de Lei 5.525/2009, do qual sou relator. Esse projeto cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, estabelecendo metas anuais de redução de acidentes e institucionalizando uma rotina permanente de fiscalização. Mais ferramentas para proteger motoristas, passageiros e pedestres. Mais instrumentos para que os automóveis não sejam nada além de eficientes meios de transporte. Mais garantias de que nossas ruas e estradas sejam caminhos para o desenvolvimento, para a convivência civilizada e, sobretudo, para a movimentação vitoriosa da vida.

Projeto limita em 10 anos vida útil de ônibus interestaduais

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7057/10, do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), que limita em 10 anos a vida útil de ônibus interestaduais de passageiros. O tempo será contado a partir do primeiro emplacamento dos veículos. A proposta altera a Lei 10.233/01, que cria a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O objetivo, segundo o autor, é obrigar as empresas a renovar suas frotas de veículos periodicamente. Muitas empresas, segundo ele, não adquirem novos veículos, em razão da fiscalização ineficiente e de contratos de concessão sem regras claras sobre o assunto.

Ele argumenta que as empresas de ônibus ditam as regras e não se preocupam com o bem-estar dos seus usuários, que são obrigados a viajar em veículos velhos, desconfortáveis, inseguros e ultrapassados.

A medida, segundo ele, vai contribuir para assegurar aos passageiros um transporte pontual e veículos mais seguros, limpos e confortáveis. O deputado acredita que, após 10 anos, os ônibus devem ser substituídos para que as frotas das empresas incorporem novas tecnologias nas áreas mecânica, hidráulica, elétrica e mesmo de fonte de energia, design e acabamento, desenvolvidas pela indústria..

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo -rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O comício dos 10 mil nas páginas da imprensa


Na reprodução acima, a matéria de O Globo e logo abaixo, trecho da reportagem de O Dia. Não se surpreendam pelo fato do comício ter sido noticiado, ainda que tenham “maquiado” o número de presentes para baixo.

Assim como o comício fracassado de Cabral, o nosso também aconteceu em pleno coração do Centro do Rio, numa hora onde milhares de pessoas estão voltando para casa. Eventos dessa natureza não dá pra esconder porque seria desmoralizante. Como explicar para dezenas de milhares de pessoas que passaram pela Cinelândia, que simplesmente não aconteceu nada ali?

Essa é a maior prova do sucesso do comício, que aliás, está fartamente documentado com fotos panorâmicas, aqui no blog.

A outra prova vem da PM. Segundo O Globo, a PM informou que havia 3 mil pessoas. Para o repórter de O Dia, a Polícia Militar chegou a divulgar a presença de 8 mil pessoas, como podem ver na reprodução. Depois deve ter vindo ordem para baixar o número.

Bem, a PM é subordinada a Cabral o que podíamos esperar? No fiasco organizado por Cabral, a Polícia Militar chegou a divulgar a presença de 5 mim pessoas. Quando soube que a Folha de S.Paulo estava noticiando apenas quinhentos manifestantes, a corporação mudou a estimativa para 1.500, ainda assim um número “superfaturado”.

Foi um momento histórico, que os nossos adversários devem estar digerindo com dificuldade, porque viram a FORÇA DO POVO, ao lado de Peregrino (22). Só depende de nós pra fazermos acontecer a Onda Peregrino (22). Vamos à luta rumo à vitória!

Fonte: Blog do Garotinho

Comício do PR no Rio é marcado por críticas a Cabral

O comício de lançamento da candidatura de Fernando Peregrino ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, ocorrido na tarde desta terça-feira (dia 10), na Cinelândia, Centro do Rio, serviu para mostrar o que será o primeiro debate entre os candidatos a governador marcado para esta quinta-feira (dia 12), na TV Bandeirantes. O candidato da coligação "A Força do Povo (PR/PT do B), diante de um público de oito mil pessoas, antecipou que irá questionar o governador Sérgio Cabral sobre a forma que ele conseguiu comprar a mansão de Mangaratiba, que Cabral revelou custar apenas R$ 200 mil.

Peregrino comparou a campanha de Cabral à propaganda nazista. Ele justificou que o governador tenta controlar os meios de comunicação, fazendo crer que a opção pelo seu nome é a melhor para o povo. O ex-governador e candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados, Anthony Garotinho, discursou durante 20 minutos, período em que usou para fazer severas críticas a Sérgio Cabral. Garotinho lembrou que foi vítima juntamente com sua família de uma perseguição insidiosa promovida por Cabral.

Garotinho lembrou que diante das resistências e dificuldades impostas ao seu nome, optou por fortalecer o Partido da República, candidatando-se a uma vaga na Câmara dos Deputados. Durante vários momentos do seu discurso, o ex-governador conclamou a plateia presente a lhe acompanhar no seguinte bordão: “Cabral é do mal”. A resposta foi imediata. Algumas pessoas empunhavam folhas de caderno improvisadas como cartazes, nos quais se lia “Cabral é do mal”.

Ao se referir a Fernando Peregrino, Garotinho disse que o candidato representa a esperança: “Você vai, no dia 1º de janeiro de 2011, começar a reconstruir aquilo que Cabral destruiu. Ele (Cabral) vai pagar pelo mal que fez”, afirmou Garotinho, enumerando diversos programas sociais que o atual governador encerrou, como o "Jovens pela Paz", onde 10 mil jovens trabalhavam em comunidades carentes, a degradação dos restaurantes populares e o fechamento das farmácias populares. Ao se referir ao público presente à Cinelândia, Garotinho ironizou as cerca de 500 pessoas que compareceram ao comício organizado por Sérgio Cabral para a candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff.

“Aqui não tem funcionário público com medo de perder o emprego. Aqui não tem terceirizados ameaçados de ter o contrato rompido. Aqui está o povo livre, soberano e independente”, afirmou Garotinho, lembrando que a polícia, por ordem de Sérgio Cabral, vem exercendo cerco aos motoqueiros.

Ao comentar as chances de Peregrino nas urnas, Garotinho se mostrou otimista.“Cabral é igual à corrida de cavalo. O cavalo que sai na frente, geralmente, não é o que ganha. O Cabral é um cavalo paraguaio”, comparou Garotinho, ressaltando "que toda grande vitória começa com um primeiro passo", disse ele ,se referindo ao comício.

Peregrino começou seu discurso fazendo lembrança ao ex-governador Leonel Brizola e a outro pedetista, Jecy Sarmento, que apoia a sua candidatura. O candidato do PR prometeu resgatar os programas sociais dos governos Garotinho e Rosinha, como o Cheque Cidadão, o Restaurante Popular, o Jovens pela Paz, as Farmácias Populares, além de garantir que dará atenção especial ao chamado transporte alternativo (Vans) e ao Samu.

Com relação à educação, Peregrino criticou a penúltima colocação obtida pelo Estado do Rio – superando apenas o Estado do Piauí – segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). prometeu também resgatar o modelo dos Cieps de Leonel Brizola e Darcy Ribeiro, instituindo o tempo integral para os alunos.

Fernando Peregrino lembrou o recente vídeo exibido na internet, no qual Sérgio Cabral aparece xingando um jovem de 17 anos, morador da comunidade de Manguinhos. “O povo não é isso. Quem é otário é Cabral”, disparou o candidato ao governo do estado, lembrando que recentemente, Cabral comparou as mulheres grávidas, moradoras de comunidades carentes, a “fábricas de marginais”.