segunda-feira, 26 de abril de 2010

Quem falou que eles estavam fracos???

Quem falou que eles estavam fracos???

Enganam-se quem disse ou diz que eles estavam fracos, me refiro a Igreja Universal do Reino de Deus e seus líderes, pois os mesmos conseguiram o que ninguém em nenhum seguimento da sociedade reunir mais de 10 milhões de pessoas no mesmo horário em todas as capitais no último dia 21 de abril (feriado nacional), só no Rio de Janeiro e São Paulo foram quase Cinco milhões de pessoas reunidas no autódromo de Interlagos em SP cerca de mais de Dois milhões de pessoas e na Enseada de Botafogo no Rio de Janeiro também com mais de 2 milhões de pessoas.Isso comprova a força que esta Igreja tem sobre uma grande massa popular que acredita nas suas opiniões e em tudo que é pregado ou dito. Todos sabem da força que esta Igreja tem no segmento político e isso reforçou para comprovar uma pesquisa eleitoral que aponta o atual Senador da Republica Bispo Marcelo Crivela como líder nas intenções de voto para o senado aqui no estado do Rio de janeiro e este evento que teve o mesmo como atração musical reforçou ainda mais este quadro. Em relação às eleições deste ano o Senador Marcelo Crivela ainda não confirmou a preferência da Igreja em apoiar as candidaturas do atual governador Sérgio Cabral ou do ex-governador Anthony Garotinho. Em visita oficial à cidade de Campos do Goytacazes o senador disse em entrevista ao jornal folha da manhã a seguinte declaração:

— Meu partido (PRB) é base do governo federal. O presidente Lula me pediu que estivéssemos no palanque da ex-ministra Dilma Rousseff. Estamos tentando encontrar uma fórmula para atender essa solicitação. A base aqui no Rio tem dois candidatos: o ex-governador Garotinho e o governador Sérgio Cabral. O processo ainda está numa fase de conversas, não podemos anunciar nada de definitivo, apenas dizer que os contatos se intensificam a cada dia — pondera.

Ao analisar o tabuleiro político do Estado do Rio, Crivella admite que hoje exista dificuldade de se encontrar espaço no grupo de Sérgio Cabral. “Para a reeleição do governador, o PMDB parece fechado. O partido tem a cabeça da chapa e um compromisso com o vice Pezão, que, por sinal, tem um papel fundamental nas obras do Estado, na articulação com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e tem ainda acordo com seu grande articulador, o presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Picciani, que na eleição passada abriu mão de sua candidatura para o Francisco Dornelles. Se não houver uma desistência voluntária, as coisas se complicam para o Cabral”, ressalta o senador do PRB.

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